APAF define 2011 como o Ano da Avaliação Psicológica
A Assembléia das Políticas, da Administração e das Finanças do Sistema Conselhos de Psicologia (APAF), realizada nos dias 11 e 12 de dezembro de 2010, em Brasília (DF), elegeu 2011 como o Ano da Avaliação Psicológica.
O tema será discutido por todo Sistema Conselhos de Psicologia. A APAF também deliberou sobre outros temas, como Ato Médico, Avaliação de Testes Psicólogicos, Psicologia das Emergências e Desastres, CREPOP e descriminalização do aborto.
A reunião teve a participação dos presidentes e tesoureiros dos conselhos regionais.
DELIBERAÇÕES DA APAF DEZEMBRO/2010
1) Resolução nº 009/2010: Prorrogada a suspensão dos efeitos da Resolução nº 009/2010 (Exame Criminológico) até a APAF de maio/2011 para possibilitar a ampliação das discussões sobre a temática.
2) Consulta Nacional: Homologada a Consulta Nacional pela Assembleia de Delegados e criação de um GT para a revisão do regimento eleitoral.
3) Avaliação dos Testes Psicológicos: Criação de um GT para viabilizar a discussão dos critérios necessários para a estruturação da avaliação dos testes psicológicos, que seja correspondente aos Direitos Humanos.
4) Ato Médico: decidida a manutenção da mobilização junto aos Senadores;
5) Psicologia das Emergências e Desastres e a Política Nacional de Defesa Civil e Álcool e outras drogas: Realização de Planejamento conjunto de ações a serem realizadas pelo sistema conselhos das duas temáticas para posterior apresentação na APAF de maio.
6) CREPOP: Pesquisas que serão realizadas em 2011: Atuação de psicólogos com pessoa idosa e segurança pública.
7) Descriminalização do Aborto no Brasil e as contribuições da Psicologia nessa discussão: Encaminhamentos:
1. Acompanhar e participar das lutas dos movimentos sociais, inclusive com relação aos Estatuto do Nascituro;
2. Necessidade de discussão com a categoria, a interface do tema do aborto com a saúde mental, direitos sexuais e reprodutivos e planejamento familiar;
3. Acompanhar o PL do Estatuto do Nascituro;
8) Ano Temático: 2011 será o ano da “Avaliação Psicológica”.
Eixos:
1. Qualificação
o Critérios de reconhecimento e validação a partir dos Direitos Humanos
o Avaliação enquanto processo
o Manuais especificando seus contextos de aplicação e âmbitos de ação;
2. Relações institucionais (contextos em que a avaliação se insere);
3. Relação com o contexto de formação;
9) Desmembramento do CRP-01: Aprovado o desmembramento do CRP-01 e a criação do Conselho Regional da 20ª Região, composto por: Amazonas (sede), Acre, Rondônia e Roraima (Seções).
Os pontos não tratados na APAF dezembro/2010 ficam automaticamente pautados para a APAF maio/2011, a saber:
a. Eleição via internet
b. Carteira de identidade profissional
c. Digitalização de documentos
d. Sistema Único de Assistência Social - SUAS
e. Comemorações dos 50 anos da psicologia
f. Democratização do trânsito
http://www.crpsc.org.br/?open_pag&pid=1290
terça-feira, 19 de abril de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Obesidade Mental - Andrew Oitke
Obesidade Mental - Andrew Oitke
Por João César das Neves - 26 de Fev 2010
O prof. Andrew Oitke publicou o seu polêmico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»
O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma: «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»
O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante e sensacionalista. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.» Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve. Todos acham que Saddam é mau e Mandela é bom, mas nem desconfiam porquê. Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia. Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, e com isso a falta de senso social, o egoísmo e a agressividade. Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.
Por João César das Neves - 26 de Fev 2010
O prof. Andrew Oitke publicou o seu polêmico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»
O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma: «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»
O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante e sensacionalista. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.» Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve. Todos acham que Saddam é mau e Mandela é bom, mas nem desconfiam porquê. Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia. Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, e com isso a falta de senso social, o egoísmo e a agressividade. Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Votación para que los Trastornos Psiquiátricos broten a la Vida
La "biblia" de costo de la psiquiatría, El Manual de Diagnostico y Estadística
Los criterios de diagnóstico psiquiátrico son literalmente una votación para que algo surja a la existencia y son ingresados en el Manual Diagnóstico y Estadístico de los Trastornos Mentales (DSM) de la Asociación Psiquiátrica.Por lo que se vota es por un sistema de clasificación de síntomas que es drásticamente diferente, y ajeno a cualquier cosa en medicina. Ninguno de sus diagnósticos se apoya en evidencia objetiva del mal o enfermedad física o en evidencia científica.
“En la psiquiatría no hay pruebas objetivas, no hay Rayos X, pruebas de laboratorio, o exámenes o descubrimientos que definitivamente digan que alguien tiene o no tiene un trastorno mental”.
—Allen Frances, Ex- Jefe del Grupo de Trabajo del DSM-IV
“El DSM-IV es la fabricación tras la cual la psiquiatría busca aceptación por parte de la medicina en general. Los asociados saben que es más un documento político que científico… El DSM-IV se ha convertido en una biblia y en un best-seller para hacer dinero, a pesar de sus grandes fracasos”.
—Dr. Loren Mosher, Profesor Clínico de Psiquiatría
“La forma en que algo se introduce en el DSM no está basada en pruebas de sangre, exámenes estructurales del cerebro o descubrimientos físicos. Está basada en descripciones del comportamiento. Y esto es lo que representa el sistema completo de la psiquiatría”. —Dr. Colin Ross, psiquiatra
“Podemos fabricar suficientes etiquetas de diagnóstico sobre la variación normal del estado de ánimo y el pensamiento para poder suministrar continuamente medicamentos... Pero cuando se trata de fabricar enfermedades, nadie lo hace como la psiquiatría”. —Dr. Stefan Kruszewski, psiquiatra de Pennsylvania entrenado en Harvard, 2004
“En resumen, todo el negocio de crear categorías psiquiátricas de 'enfermedades' formalizándolas por consenso, y subsecuentemente atribuyéndoles códigos de diagnóstico, que a su vez guían a su uso para cobro de seguros, no es más que un fraude continuo que le otorga a la psiquiatría un aura pseudo científica. Los perpetradores, por supuesto, están alimentando al público con esto”. —Dr.: Thomas Dorman, Internista y Miembro del Colegio Real de Físicos del Reino Unido y Canadá
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Torta "NÊGA MALUCA"
Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista uma torta ''Nêga Maluca''. O balconista diz à cliente que usar o nome "nêga maluca", hoje em dia, pode dar cadeia, DEVIDO A:
- Lei Affonso Arinos;
- Lei Eusébio de Queiroz;
- Artigo Quinto da Constituição;
- Código Penal;
- Código Civil;
- Código do Consumidor;
- Código Comercial;
- Código de Ética;
- Moral e Bons Costumes,
- Além da Lei 'Maria da Penha'...
- Então, meu filho, como peço essa porra de torta?
- Torta afro-descendente com distúrbio neuro psiquiátrico...
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Os Novos Rumos da Psicologia
Introdução à "Psicologia Quântica Diferencial"
Antes de profundizar sobre la propuesta de la investigación en Psicología desde los conocimientos de Física Cuántica Diferencial, consideramos necesario aclarar cualquier cruce de interpretación entre lo que se conoce en la actualidad como Psicología Diferencial, y la aquí propuesta, Psicología Cuántica Diferencial. La Psicología Diferencial centra sus líneas de estudio en el marco de las Diferencias Individuales propuesto, entre otros, por Eysenck, y sus investigaciones en torno a la Inteligencia Humana. La Psicología Cuántica Diferencial sigue la línea de conocimientos propuesta desde la Física Cuántica Diferencial, y de ahí su nombre.
La Cuántica Diferencial es la parte de la Física Cuántica que estudia y explica las interacciones débiles (p.e., radiación electromagnética) por contraposición a las interacciones fuertes (p.e., gravedad, energía atómica, etc.).
________________________________
Las investigaciones más avanzadas dentro de la Física Cuántica Diferencial, gracias a las cuales gozamos de ventajas cotidianas, como la tecnología de transmisión de datos vía satélite a través de la ionosfera, es decir, telefonía móvil o internet, alcanza un punto de convergencia directa con la Psicología cuando se llega a la comprensión de la relación entre la radiofrecuencia específica del Universo (Dr. Dieter Broers) y la radiofrecuencia característica de cada cerebro humano, como si de una huella dactilar se tratase (Dr. Schumann, Dr. López Guerrero).
Los resultados obtenidos por investigadores provenientes de otros campos de la Ciencia (resultados neurológicos, resonancias y frecuencias Schumann, transmisión de paquetes de datos a través de la ionosfera, la relación ionogenomática, las interacciones fuertes y débiles, etc.), que convergen finalmente en la explicación del SNC (cerebro) y, consecuentemente, en la conducta humana, reclaman la participación directa de la Psicología para la interpretación y marco adecuado de los resultados de dichas investigaciones, a la vez que nos brinda a los psicólogos una oportunidad única en nuestra breve historia como disciplina científica (recordamos que la Psicología ya se considera, por fin, una carrera universitaria de Ciencias) para desarrollar nuestros estudios en los más puntero de la ciencia, y específicamente en nuestro campo de intervención: la conducta humana.
La Física Cuántica Diferencial ha aportado una nueva descripción del Universo que ya no es lineal, sino multiversal y atemporal, es decir, el tiempo es una creación de nuestra mente para poder referenciar y ordenar los cambios que ocurren en el entorno. Esta explicación facilitaría la comprensión, por ejemplo, de por qué en el cerebro se activan los mismos núcleos cerebrales para la memoria (pasado) y para la imaginación (futuro), ya que, desde su percepción de la realidad como es, es decir cuántica y no lineal, ambos conceptos son parte de lo mismo.
La Biofísica ha aportado la explicación (resonancias Schumann) de los niveles de radiofrecuencia necesarios para la supervivencia de los mamíferos en la tierra, y que son percibidas por núcleos específicos del SNC (glándula pineal) relacionados con la percepción e interpretación de las frecuencias de la luz a través de los rayos gamma del sol.
La Ingeniería de Telecomunicaciones (Diferencial König-Guerrero) ha aportado los conocimientos sobre la transmisión de paquetes de datos a través de la ionosfera, utilizando la curvatura espacio-temporal, en márgenes de radiofrecuencia coincidentes con las radiofrecuencias referidas en la investigación Biofísica.
Desde la Psicología ya se conoce y se han estudiado ampliamente los efectos beneficiosos de la luz sobre el estado de ánimo, el bienestar percibido y la salud en general, y además se aporta el conocimiento sobre la capacidad que tiene el ser humano para, desde la propia voluntad, generar las frecuencias necesarias activando los núcleos cerebrales correspondientes que hace que resuenen con las frecuencias del Universo, generando su propia felicidad como un acto de decisión personal.
En el IRCAI, todas estas ciencias convergen gracias a un equipo investigador transdisciplinar que ponen su conocimiento y experiencia para asentar las bases científicas de la conciencia y de la felicidad humanas, y sus aplicaciones a distintos ámbitos de la realidad cotidiana (trabajo, psicología positiva, enfoque terapéutico, etc.).
Para este objetivo, la Psicología Cuántica Diferencial seguirá aplicando los instrumentos que ya se han desarrollado en el campo de la Psicología, y que confirman que, para que una persona sea capaz de activar su frecuencia personal, es preciso que conozca y trabaje con el pensamiento positivo, la atención y la motivación; la gestión eficaz de las emociones, la comunicación y la asertividad; y la perseverancia en la consecución de objetivos a medio y largo plazo, de manera que sea capaz de transformar la energía enfocando el pensamiento en metas específicas.
La propuesta de la Psicología Cuántica Diferencial consiste en el cambio de perspectiva de la realidad humana y entenderla tanto desde las leyes del Universo en el que se encuentra inmersa, como desde las capacidades que tiene el propio SNC para desenvolverse elegante y eficientemente en esa realidad cuántica.
Autora: Mila Cahue Gamo. Psicologa.
Publicación: Revista científica IRCAI.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
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